domingo, 12 de março de 2017

Escritor de sonhos...

Sabes  amigo, estou aqui meio tolo, atordoado a escrever para ninguém,  que a noite se vá vai adiantada. Tomara que passe depressa ,não achas?
Claro que não queres acordar dos sonhos, nossos devaneios e aventuras, mas tu estás velho, tal  como eu.  Corremos um caminho pequeno mas bonito, sempre juntos.


Talvez um dia gente volte, coisa difícil.
Cortaram os políticos a coisa melhor das nossas lembranças, a casa dos nossos avós e aquilo ali semeado. Vale a pena?
Vamos partir, Farrusco e deixamos:

Ouvia, amedrontado varios anos atras pelo que deles contavam, uns assassinos, mas nunca em tais vislumbrei lagrimas. Era por norma escuro e se tais tinham, tais guardavam. Porventura no momento em que os nossos  se acomodavam em suas casas, depois de recolhido e ordenhado o rebanho. Porventura fraco, melhor, mais remediado que o deles que os rebanhos eram escassos e cada vez mais mal nutridos.
Afinal e por tal, a coisa estava equilibrada, se a presatais tinham, tais guardavam. Porventura no momento em que os nossos  se acomoda rareava, o predador ia morrendo de fome...   
ordenhado o rebanho. Porventura fraco, melhor, mais remediado que o deles que os rebanhos eram escassos e cada vez mais mal nutridos.
Afinal e por tal, a coisa estava equilibrada, se a presa rareava, o predador ia morrendo de fome...   

1 comentário:

  1. Tristes palavras reflexivas e saudosas! abraços,chica, linda semana!

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